Projeto TAMAR
Fica na Praia do Forte ,Município Mata de São João

O nome TAMAR é uma contração das palavras TArtaruga e MARinha.
O Projeto TAMAR é um projeto de conservação brasileiro, pioneiro no gênero e que revolucionou a luta pela preservação de espécies ameaçadas de extinção.
Atua na busca pela preservação das tartarugas-marinhas ameaçadas de extinção.

EntradaEntradaEntradaEntradaAs boas vindasAs boas vindas

 No início da década de 1980, para a confecção das pequenas placas de metal utilizadas para a identificação dos espécimes pelo Projeto, para estudos de biometria, monitoramento das rotas
migratórias e outros.

 O nome passou a designar o Programa Brasileiro de Conservação das Tartarugas Marinhas, executado pelo ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), através do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Tartarugas Marinhas, do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade.
 O nome do Instituto homenagem ao seringueiro, o acreano Chico Mendes, ativista cuja luta ganhou repercussão nacional e internacional pela defesa da biodiverisdade amazônica - representada pelos seringais e pelas comunidades que dele dependiam nos anos 80 no Brasil.
 Chico Mendes foi reconhecido mundialmente pela ONU e recebeu inúmeros prêmios, sendo um dos mais importantes o Global 500, por sua luta em defesa do meio ambiente.
Site:  www.icmbio.gov.br

 

DecoraçãoDecoraçãoDecoraçãoDecoraçãoLugar muito bem feitoLugar muito bem feito

As tartarugas-marinhas habitam todos os oceanos, em zonas de água tropical e subtropical.
A maioria das espécies são migratórias e vagueiam pelos oceanos, orientando-se com a ajuda do campo magnético terrestre.
A tartaruga-de-couro é a maior espécie, atingindo 2 m de comprimento e 1,5 m de largura, para 600 kg de peso.

Tartaruga MarinhaTartaruga MarinhaTartaruga MarinhaTartaruga MarinhaTartarugas no tanqueTartarugas no tanque

A ideia do projeto TAMAR surgiu nos anos 70 através de um grupo de estudantes de oceanografia que viajavam para praias desertas para realizar pesquisas.
Naquela época, no Atol das Rocas, os pesquisadores documentaram pescadores matando tartarugas-marinhas.

  O Atol das Rocas é um recife anelar elíptico pertencente ao estado do Rio Grande do Norte , a 144 mn (267 km) a lés-nordeste da cidade de Natal (RN) e a 80 mn (148 km) a oeste do arquipélago de Fernando de Noronha (PE), em águas jurisdicionais brasileiras.
  As areias de Rocas têm origem biológica, sendo compostas principalmente por estruturas calcárias fósseis de algas coralináceas.
  Essas areias de origem biológica acumularam-se em duas faixas com forma de anel aberto no interior do atol, originando a Ilha do Farol e a Ilha do Cemitério.
  Juntas, têm uma área de aproximadamente 36 ha. Durante a maré baixa, o anel de recifes que forma o atol fica exposto e, no seu interior, surgem piscinas naturais, de tamanhos diversos e profundidade de até 6 m. Na maré alta, apenas as duas ilhas interiores e o perímetro do atol, com sua margem formada por recifes.
(Fonte: Wikipédia)


Fotos e alguns relatórios foram enviados às autoridades, que estavam querendo iniciar um programa de conservação marinha dando início ao programa se desdobrou no Projeto Tamar, fundado em 1980.

EuEuDecoração de tartaruga por todo lugarDecoração de tartaruga por todo lugarTanque tartarugas sendo alimentadaTanque tartarugas sendo alimentada

O Tamar surgiu com um verbo de proteger tartarugas-marinhas que estão ameaçadas de extinção no litoral brasileiro.
Com o tempo, porém, percebeu-se que os trabalhos não poderiam ficar restritos às tartarugas, pois uma das chaves para o sucesso desta missão seria o apoio ao desenvolvimento das comunidades costeiras, de forma a oferecer alternativas econômicas que amenizassem a questão social, diminuindo assim a caça das tartarugas-marinhas para a sua sobrevivência.
O Tamar também protege Tubarões e outras espécies de Vida Marinha.

Alimentando peixesAlimentando peixesEuEu peixe Meropeixe Mero

Peixe mero, mero-preto, canapu e canapuguaçu podendo chegar a pesar de 250 quilogramas a mais de 400 quilogramas e medir até quase 3 metros.
Sua pesca, captura, transporte, comercialização, beneficiamento e industrialização foi proibida, com taxa de crescimento populacional lenta e maturação sexual tardia, a partir dos
60 quilogramas, resultaram em sério risco de extinção da espécie, que não possui predador natural.

 Peixe MeroPeixe MeroEu  e o peixe MeroEu e o peixe MeroTartaruga MarinhaTartaruga Marinha

 O local ainda conta com galerias de fotos, textos informativos e panfletos e um pequeno museu com acervos arqueológicos, incluindo o maior esqueleto da espécie
já encontrado no litoral baiano.
  O melhor período para visitar o Projeto é entre setembro e março, quando as fêmeas procuram as praias para desova.

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Tartaruga Oliva é uma das menores espécies de tartarugas marinhas, com cerca de 60 centímetros e pesando cerca de 65 quilos.
Ganhou esse nome por causa da cor oliva de seu casco em forma que lembra um coração.
Se alimenta de peixes, moluscos, crustáceos, e principalmente camarões.
Diferentemente das outras quatro espécies verificadas no Brasil, a tartaruga-oliva atinge a maturidade entre 11 e 16 anos
Enquanto as outras começam a se reproduzir entre 20 e 30 anos de idade.
A tartaruga de maior peso 700 quilos é a tartaruga-de-couro, com população restrita ao estado do Espírito Santo.

EsqueletoEsqueletoTartaruga OlivaTartaruga OlivaInformativoInformativo

O projeto Tamar está comemorando o aumento da população de cinco espécies de tartarugas marinhas ameaçadas de extinção, que vivem em águas do Brasil.
Caretta caretta (tartaruga cabeçuda), Eretmochelys imbricata (tartaruga-de-pente), Chelonia mydas (tartaruga-verde), Lepidochelys olivacea (tartaruga-oliva)
e Dermochelys coriacea (tartaruga-de-couro).

CativeiroCativeiro Tartaruga no tanqueTartaruga no tanqueTartarugaTartaruga

 Nos primeiros cinco anos do projeto, a população de filhotes somava 83 mil tartarugas.
 Entre 1995 e 1999, o número alcançava 2,1 milhões, subindo para 3,1 milhões entre 2000 e 2004, e atingindo 4,5 milhões entre 2005 e 2009.
 No período recente de 2010 a 2014, deu um pulo para 8,4 milhões

Tartaruga pondo ovosTartaruga pondo ovos TartarugaTartarugaTartaruga marinhaTartaruga marinha

  Para desovar, as fêmeas procuram praias desertas e normalmente esperam o anoitecer, uma vez que o calor da areia, durante o dia, dificulta a postura e a escuridão
protege-as de vários perigos. Tal hábito pode também estar relacionado com as limitações fisiológicas de manutenção da temperatura do corpo, evitando longa exposição ao sol.
  Em algumas situações, porém, são observadas desovas diurnas, geralmente condicionadas aos horários de maré-alta, em locais circundados por barreiras de recifes, que impedem
a subida das fêmeas em marés baixas.
  As tartarugas recebem um rastreador no casco para serem acompanhadas a distancia como na foto abaixo.

DesovaDesova Rastreador colado no cascoRastreador colado no cascoNascimentoNascimento

 Os filhotes são pequenos e frágeis, medindo apenas cerca de cinco centímetros. Muitos são devorados por caranguejos, aves marinhas, polvos e principalmente peixes.
 Outros morrem de fome e doenças naturais.
 Estima-se que de cada mil tartarugas nascidas, apenas uma ou duas vão chegar à idade mais conseguem ameaçá-las –

 Mas, depois de adultas, poucos anià excepção do  homemadulta.


Filhote recem nascidoFilhote recem nascidoFilhote recem nascidoFilhote recem nascidoFilhote recem nascidoFilhote recem nascido

 Ao nascerem, as tartaruguinhas rumam imediatamente para o alto-mar, onde atingem zonas de convergência de correntes que formam grandes aglomerados de algas
(principalmente sargaços) e matéria orgânica flutuante.
 Nestas áreas, que formam um verdadeiro ecossistema, os filhotes encontram alimento e proteção – e assim permanecem, por vários anos, migrando passivamente pelo oceano.

 Milhões de tartarugas salvasMilhões de tartarugas salvasTartaruga marinhaTartaruga marinha Tartaruga no tanqueTartaruga no tanque

 As cinco espécies de tartarugas marinhas encontradas no Brasil continuam ameaçadas de extinção, segundo critérios das listas brasileira e mundial de espécies ameaçadas.

Das cinco, quatro desovam no litoral - e, por estarem mais expostas, são as mais ameaçadas: cabeçuda(Caretta caretta), de pente(Eretmochelys imbricata),
oliva(Lepidochelys olivacea) e de couro(Dermochelys coriacea).

A tartaruga verde(Chelonia mydas) está menos exposta, pois desova principalmente nas ilhas oceânicas (Atol das Rocas, Fernando de Noronha e Trindade), onde a ação
predatória do homem é mais controlada, o que contribui com a estabilidade da sua população.

Tartaruga com rastreadorTartaruga com rastreador PreservarPreservarGisele Bündchen amante da naturezaGisele Bündchen amante da natureza

 Gisele Bündchen

Sabendo que estava de férias na ilha, o Tamar Noronha/PE convidou a Gisele Bündchen para acompanhar o trabalho de monitoramento reprodutivo das tartarugas marinhas.
No dia 7 de abril de 2014.

Por sorte ela conseguiu flagrar o nascimento de filhotes de tartaruga-verde (Chelonia mydas) na praia do Leão, onde ouviu atenta explicações sobre esses fascinantes animais e o
que o Tamar faz há mais de 30 anos na ilha para protegê-los.

As solturas de filhotes de tartaruga marinha acontecem de janeiro a julho em ilhas oceânicas e podem ser acompanhadas em Noronha por quem possa estar no momento, sabendo-se pela manhã, todos os dias na base do Tamar, se vai haver ou não essa atividade de educação ambiental.
Gisele fotografou o instante em que viu os filhotes seguindo para o mar a cumprir com seu longo e difícil ciclo de vida, experiência que emociona a todos que têm oportunidade de participar.
(texto fonte: projeto TAMAR)

 

DesovaDesovaCascos de TartarugaCascos de TartarugaRaio xRaio x

 De cada mil filhotes que nascem, somente um ou dois conseguem atingir a maturidade.
São inúmeros os obstáculos que enfrentam para sobreviver, mesmo quando se tornam juvenis e adultos.
Mas, além dos predadores naturais, as ações do homem estão entre as principais ameaças às populações de tartarugas marinhas, destacando-se as seguintes: a pesca incidental, ao
longo de toda a costa, com redes de espera, e em alto mar, com anzóis e redes de deriva; a fotopoluição; o trânsito de veículos nas praias de desova; a destruição do habitat para desova
pela ocupação desordenada do litoral; a poluição dos oceanos e o aquecimento global.
(Fonte: Projeto TAMAR)

Tartaruga Marinha no tanqueTartaruga Marinha no tanqueTartaruga MarinhaTartaruga MarinhaTartaruga MarinhaTartaruga Marinha

O Tamar cuida de uma média de 1.100km de praias, por meio da manutenção de 23 bases de apoio em territórios reservados para as refeições das tartarugas, em áreas de desova,
desenvolvimento e repouso destes animais.
Ao longo dos seus 35 anos o Projeto Tamar já deu a chance de 20 milhões de tartaruguinhas iniciarem a grande jornada da vida.


Tartaruga MarinhaTartaruga Marinha33 anos33 anosPetrobras patrocinaPetrobras patrocina

A Petrobras é a patrocinadora oficial do Projeto Tamar desde 1983.

Assim termina minha visita ao Projeto TAMAR

 

 

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